Preocupado com descontentamentos políticos desde o início dos anos de 1930, Getúlio Vargas estava muito mais voltado para sua situação política de que para os problemas regionais causados pelo Cangaço.

Certo promotor de Água Branca, Alagoas, envia uma carta enérgica para Vargas, explanando o marasmo das volantes e expondo fatos que fizeram com que o ditador se voltasse para os sertões nordestinos.

Getúlio então, determina ordens severas para o governo estadual, que apertou o major Lucena de tal maneira que o comandante saiu da reunião tão acabrunhado que foi direto pedir proteção e ajuda dos santos, na Catedral de Maceió.

O governo estadual lhe dava trinta dias para trazer a cabeça de Lampião. Major Lucena convocou o tenente João Bezerra (acusado de cumplicidade) dando-lhe quinze dias para entregar a cabeça de Virgolino Ferreira da Silva. O desenrolar dos fatos, a partir daí foi o toque decisivo que faltava para o golpe final no Cangaço Lampiônico.

Em “O MASSACRE DE ANGICO –  A MORTE DE LAMPIÃO”, essa e outras importantes passagens da história do Cangaço e do Nordeste brasileiro são mostradas.

Em cena o serra-talhadense Antônio Alexandre, é quem vive Getúlio Vargas que rodeado por seus ministros e graduados da polícia, dão o ultimato para se aniquilar o famoso cangaceiro e seu bando.

Texto de Anildomá Willans de Souza / Direção Izaltino Caetano / Produção Fundação Cultural Cabras de Lampião.

SERVIÇO:

Espetáculo “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”

Período: de 24 a 28 de julho.

Horário: às 20h.

Local: Estação do Forró (antiga Estação Ferroviária).

Entrada gratuita!

 

Por Carlos Silva

Assessor de Comunicação da FCCL