• A Serra que deu origem ao nome da cidade. Esta, além de uma estética fascinante, possui trilhas, para aqueles que gostam de se aventurar, e ao chegar ao topo, no cruzeiro, se deslumbram com a vista de toda a cidade e de parte do Vale do Pajeú. Quando em época de chuva, pode-se aproveitar pequenas cachoeiras que se formam nos rochedos. Existem grupos na cidade que aproveitam as formações rochosas para praticar rapel.
  • Igreja Matriz de Nª Senhora da Penha, uma monumental obra, linda de todos os ângulos, uma das mais belas de todo o estado de Pernambuco. Chama a atenção por seu estilo neoclássico, e por seu tamanho e altura imponente.
  • Igreja Nª Senhora do Rosário, pequenina, porém bela, foi construída à mão de obra escrava. Foi ao seu redor que se deu início a cidade de Serra Talhada, na época chamada de Vila Bela.
  • Açude Jazigo, em épocas de cheias, esse açude forma em seu paredão uma imensa cortina de água, que faz parar quase todos que passam pela rodovia BR-232. Ao seu lado está um aconchegante clube, com boas piscinas.
  • Teatro José Gaia, Sede do Centro Dramático Pajeú / Ponto de Cultura, bom local para fazer um programa com a família e ir assistir uma peça no teatro, assim como oficinas e diversas outras atividades ligadas ao teatro e cinema.
  • Açude Cachoeira, tem esse nome por que, quando cheio, seu bebedouro transborda e forma uma bela cachoeira, onde um grande número de pessoas aproveitam para o banho. Independente da época, lá há um mirante de onde se pode ver um belo pôr-do-sol. É possível também praticar a pesca e passear de barco ou canoa.
  • Barragem de Serrinha, uma das maiores barragens de Pernambuco, você poderá apreciar as pequenas ilhas e praias de água doce.
  • Mirantes– como o Talhado do Urubu, com magnífica visão da Chapada do Araripe, do Vale do Pajeú e do Açude do Saco.
  • Casa da Cultura, uma bela construção antiga, que já foi o Forum e Câmara de Vereadores. Hoje abriga peças de toda a história de Serra Talhada, desde Lampião, filho ilustre da cidade, fotos de pessoas importantes do município e de suas “misses”, que em três anos consecutivos levaram o prêmio de Miss Pernambuco, objetos do Padre Jesus, figura importante na construção da Igreja Matriz, e outras peças históricas;
  • Escola de Artes, A Escola de Artes Antonia Pereira de Souza, ou simplesmente, Escola de Artes do Mercado como é mais conhecida, capacita cerca de 180 alunos por ano. Oferece à população diversos cursos como: Corte e Costura, Patch Aplique, Labirinto, Pintura emTecido, Fuxico, Vagonete, Xadrez, Curso de Caixa para Embalagem, Bonecos de Feltro e Tapeçaria.
  • Sítio Passagem das Pedras, fica a 35 km do centro da cidade, local onde nasceu o cangaceiro Lampião, no local ainda há um pequeno museu onde existe um valoroso acervo de fotos e objetos do cangaço;
  • Museu do Cangaço / Ponto de Cultura / Ponto de Memória, esse fica localizado na Estação do Forró, instalado em um prédio da antiga estação ferroviária da cidade. Além de abrigar o maior museu do gênero do Brasil, tem sala multimídia / Cine Clube Lampião, o Palco Externo, onde acontecem diversas programações artísticas e culturais, também são ministradas oficinas de danças diariamente.
  • Academia Serra-talhadense de Letras, local de encontros literários, saraus, palestras e lançamentos de livros, com biblioteca própria. Sua sede é em um dos prédios da antiga Estação Ferroviária;
  • Estação do Forró, local onde ocorrem as festas juninas do município, lá você encontra uma pequena cidade cenográfica, com casas de madeira e de barro, além, é claro, do antigo prédio da estação, neste local durante todo o ano, ocorrem apresentações culturais, uma das mais famosas é o Encontro Nordestino de Xaxado, o maior espetáculo o ar livre do sertão nordestino – O Massacre de Angico – a morte de Lampião, onde se apresentam grupos de todo o nordeste e também grupos locais, como “Os Cabras de Lampião”, grupo que já fez apresentações em todo o Brasil e no exterior;
  • Ponte sobre o Rio Pajeú, esta ponte liga o centro da cidade ao bairro Cachichola, dela tem-se uma bela vista do Rio e da Serra; o Rio Pajeú nasce na Serra do Balanço, Município de Brejinho, Divisa Pernambuco-Paraíba. Percorre uma distância de 347 km até desaguar no Rio São Francisco no lago da Barragem de Itaparica. Drena 22 municípios na bacia e sua área corresponde a 17% do estado de Pernambuco;
  • Serra Grande, onde aconteceu o maior combate da história do cangaço, quando Lampião, à frente de 60 cangaceiros, enfrentou um contingente de 400 policiais, deixando dezenas de mortos, feridos e em fuga, não ficando, sequer, nenhum cangaceiro ferido. Na fazenda Barreiros, encontra-se uma estrutura pronta para receber turistas;
  • Casa do Artesão, está localizada na Praça da Igreja do Rosário, conhecida como Concha Acústica, neste ambiente existe um grande número de peças artesanais feitas por diversos artesãos da cidade;
  • Sede da Filarmônica Villa-bellense, situa-se num espaço estratégico, na Praça Agamenon Magalhães, Marco Zero do município, ao lado da histórica Igreja do Rosário. Semanalmente acontecem os ensaios aberto ao público, aulas de músicas e é presença indispensável em eventos religiosos, cívicos, solenidades e atividades culturais na cidade há mais de cem anos.
  • Praça de Alimentação da Feira Livre, vários Box comercializam comidas regionais, com bela vista panorâmica pra serra talhada, sendo ainda local de apresentações culturais;
  • Auditório do Colégio Municipal Cônego Tôrres, com capacidade para 400 pessoas, tem um palco de médio porte, onde se apresenta espetáculos de teatro, acontecem palestras, cursos e eventos sociais;
  • Auditório do Colégio Imaculada Conceição, com capacidade para 600 pessoas, no centro comercial da cidade, climatizado,tem um palco de médio porte, onde apresenta-se espetáculo de teatro, acontece palestras, cursos e eventos sociais de grande porte;
  • Concha Acústica, é um grande auditório, anfiteatro ao ar livre, com capacidade para três mil pessoas, localizado na Praça Agamenon Magalhães, Marco Zero da cidade, com vários barzinhos e restaurantes tradicionais no seu entorno. É um local de vários eventos, como shows, espetáculos de teatro, festivais de músicas, entre outras atividades;
  • Ceu das Artes, Os CEUs – Centros de Artes e Esportes Unificados – integram num mesmo espaço programas e ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e de inclusão digital, para promover a cidadania em territórios de alta vulnerabilidade social das cidades brasileiras. Por meio da parceria entre Governo Federal e municípios. O CEU dispõe de sala pra teatro e cinema, biblioteca, quadras, pistas, e o de Serra Talhada está em fase conclusiva, no bairro da Cachichola;
  • Atelier Parosi, na Praça Agamenon Magalhães, onde o artista Paulo Rodrigues produz, mostra e comercializa suas obras.
  • Atelier de AluízoFernã, na Praça Manoel Pereira Lins, onde expõe diversas obras nos mais variados tamanhos. Além de atelier é também escola de artes, onde o artista atende dezenas de jovens e adultos que procuram enveredar no caminho das artes plásticas.
  • Pernambuco conhece Pernambuco; Serra Talhada é o destaque principal da Rota do Cangaço: No início do século XX bandos de cangaceiros circulavam pelas terras do Sertão despertando admiração e medo nas cidades por onde passavam. A imagem do cangaceiro ajudou a formar o imaginário popular do nordestino. Mais que isto, virou uma marca do povo sertanejo. A Rota do Cangaço e Lampião conta um pouco da história dos bandoleiros nômades, a perseguição das volantes policiais e mantém viva a memória de Virgolino Ferreira da Silva, o maior ícone do cangaço, morto em 1938.

A rota percorre as cidades de Triunfo,Santa Cruz da Baixa Verde e Serra Talhada. A Rota do Cangaço e Lampião é um mergulho na mitologia do Nordeste. Um lugar perfeito para turismo histórico, de aventura e técnico científico.